Todas as organizações e suas operações estão em um estado de fluxo. As coisas estão mudando continuamente: ativos, condições de operação, requisitos de serviço, peças de reposição e componentes, tecnologia e muito mais evoluem, envelhecem e mudam. Essa mudança é constante.

Então, se os ambientes operacionais estão em constante mudança, as estratégias de confiabilidade dos ativos permanecem permanecerem estáticas? Por que tantas organizações deixam suas estratégias de ativos no modo “faz uma vez e esquece”?

Com frequência, as estratégias de confiabilidade não recebem atenção suficiente. Embora a estratégia de confiabilidade seja uma das maiores influenciadoras do desempenho e do custo de gerir ativos, e a implantação de uma estratégia eficaz apresenta uma oportunidade significativa para melhorar estes indices.

Em muitas organizações, as estratégias de confiabilidade permanecem as mesmas a partir do momento em que são implementadas no sistema EAM/CMMS. A única vez que elas são examinadas é quando algo dá errado … tipicamente quando já é tarde demais.

De fato, 62% das organizações dizem que não revisam suas estratégias de confiabilidade regularmente¹.

 

Quando as mudanças na estratégia não funcionam

Quando se trata de mudar a estratégia de confiabilidade para mantê-la alinhada aos ativos em evolução, há duas abordagens que muitas organizações adotam. Nenhuma delas funcionam muito bem!

A primeira é uma tentativa informal de melhorar as estratégias. Isso pode fazer mais mal do que bem, pois as estratégias são alteradas sem justificativa ou análise quantitativa. Em vez disso, elas são baseadas na experiência e na intuição, o que pode deixar uma organização operando em uma zona de risco significativo, expondo-á a falhas regulares não planejadas e provocando um modelo reativo sempre tentando recuperar algum controle.

Normalmente, isso se manifesta no comentário: “Precisamos voltar ao básico”. E a pergunta óbvia aqui é: “Como escapamos do básico?”. Só pode ser por meio da eliminação de mudanças não estruturadas da estratégia, sem supervisão e sem justificativa quantitativas apropriadas.

A segunda tentativa comum de gerenciar atualizações estratégicas, é a implementação de uma revisão de 12 meses em todos os documentos de manutenção de rotina, com a intenção de forçar uma revisão de todas as estratégias a cada 12 meses. Isso pode parecer uma opção atraente, mas o problema é que com o grande volume de planos de manutenção de rotina que estão em vigor, muitas vezes isso simplesmente não é possível. Doze meses facilmente extrapola para 24 meses, e finalmente a equipe de confiabilidade acaba perseguindo sua cauda em círculos.

 

Mudança dinâmica na estratégia de confiabilidade

O objetivo com uma estratégia de confiabilidade é priorizar as revisões e focar a atenção nas áreas onde há valor e impacto. O que é necessário é uma maneira de rastrear e gerenciar atualizações, registrar o que foi revisado e por quem, assim como registrar a justificativa para quaisquer alterações e, o mais importante, implementar as atualizações com perfeição e segurança.

As estratégias de confiabilidade de ativos devem ser revisadas conforme necessário. Existem três gatilhos chave para essas revisões:

  1. A estratégia atual não está fornecendo desempenho alvo para o equipamento
  2. O ambiente operacional mudou, o que significa que a estratégia atual não é mais a ideal. Por exemplo:
    • Mudança de dever
    • Mudança de metas / custos operacionais
    • Mudança de custos de mão de obra
    • Mudança de estratégia de desligamento
  3. As características de falha do ativo estão mudando. Em outras palavras, o ativo está falhando mais ou menos do que o previsto, ou de maneiras diferentes do que o previsto.

A atividade de revisão de estratégia deve ser conduzida por gatilhos automáticos. Essa é a única maneira real de garantir que um processo de revisão ocorra. Os gatilhos são estabelecidos com base em critérios como os acima citados e são impulsionados por dados predominantemente no sistema EAM/CMMS.

Com um processo de revisão formal em vigor, a revisão da estratégia é agora um processo dinâmico, impulsionado por dados, priorizando naturalmente os esforços onde eles são mais necessários. Ele segue uma estrutura de análise consistente que leva a uma garantia de que as estratégias de confiabilidade em vigor, para todos os principais ativos, correspondem aos requisitos de desempenho e a uma estrutura de riscos aceita pela organização.

¹Fonte: ARMS Confiabilidade Asset Strategy Management avaliação de maturidade, 2018, tamanho da amostra: 161 respostas

Faça essa avaliação de maturidade ASM com apenas 12 perguntas, para ver onde você está e então receber um relatório com as próximas etapas recomendadas pelos especialistas de ASM da ARMS Reliability.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Post Navigation